20 de jun. de 2008

Como as crianças brincavam na época da palmatória?

Brincar
O Brincar na vida da criança é fundamental para o seu desenvolvimento. Temos refletido bastante sobre as diversas maneiras de brincar. Tínhamos que elaborar uma pergunta relacionada ao brincar, e essa pergunta deveria ser uma curiosidade nossa.
Refletindo como tem sido as brincadeiras das crianças hoje, elaboramos a seguinte pergunta: Como as crianças brincavam na época da palmatória?
Depois de buscamos informações concluímos que as crianças brincavam escondido de seus professores, porque as maiorias temiam ser punidas. Outro aspecto importante, é que antigamente as crianças não tinham tantos brinquedos, pela falta de dinheiro em relação às famílias mais carentes. Mas as brincadeiras de antigamente eram mais manuais, como por exemplo: bonecas de pano, estilingue e pipas. Hoje os brinquedos são em maioria eletrônicos.
Antigamente as crianças eram menos exigentes e se contentavam com brincadeiras mais simples, pelo fato de suas famílias não terem tantas condições financeiras para comprar brinquedos mais sofisticados.
Susana, de 12 anos, relata que sua mãe dizia que há uns 50 ou 60 anos atrás, as vésperas do natal as crianças não pediam presentes ao “Papai Noel”, apenas prendas.
Naqueles tempos, as prendas que apareciam no sapatinho eram laranjinhas e uns rebuçadinhos só para adoçar a boca e era quando havia dinheiro, porque caso contrário, eram sós as laranjinhas que apareciam no sapatinho. Ficavam muito felizes! Era como se lhes dessem uma prenda enorme, era uma alegria!
Dizia sua mãe que podiam não ter prendas, nem dinheiro para coisas caras, mas amor e carinho não faltavam. Viviam conforme as possibilidades da época, mas nunca lhes faltou nada.
Hoje em dia, as crianças não se contentam com duas ou três laranjas ou com rebuçados no sapatinho. Pelo contrário, se lhes perguntássemos o que é que elas acham iriam achar ridículo, pois só pensam em bonecas, jogos, prendas caras na qual muitas vezes, depois de receberem não dão o devido valor e acabam por estragar, ou então não brincam simplesmente com aquele brinquedo, ou porque passou de moda, ou porque não era daquela cor que queriam, ou então já não gostam daquele e queriam outro.
O importante é orientar as crianças, conforme a suas necessidades e ensinar as crianças que também existem dificuldades e que os pais nem sempre podem lhes dar de tudo.
Para que as crianças, que mais tarde serão os homens que governarão o nosso País e os trabalhadores da nossa comunidade, não estejam habituadas só a facilidades e pensar que todas as coisas sejam um mar de rosas.
Reflexão escrita por: Ana Claudia, Ana Livia, Lilian,Simone,Viviane

Brincadeiras nas escolas

As bricadeiras, os jogos e os brinquedos devem ser utilizados nas escolas em várias ocasiões. São através delas que podemos ensinar os conteúdos e até valores morais para as crianças.

"É brincando que a criança amadurece, realiza seus sonhos, extravaza seus medos, imita seus pais e o mundo adulto, testa seus limites. É sempre tendo um brinquedo, ou brincadeira como instrumentos de ação e de educação." (Emerson Kapaz)

Os jogos estimulam o crescimento cognitivo: vencer desafios, resolver problemas, estratégias, astúcia, reflexão, entre outros. Os jogos podem ser:

0lógicos: desenvolvem o raciocínio;
0afetivos: estimulam as emocões;
0sociais: facilitam a aquisição de conhecimentos, atitudes e destrezas próprias de um determinado meio;

Brincar é indispensável à saúde física, emocional e intelectual da criança.

Reflexão escrita por: Patrícia, Táwmena, Aryane e Agnes

18 de jun. de 2008

Agressividade na Infância





Em um trabalho desenvolvido em sala de aula, onde deveríamos formular uma pergunta que envolvesse o que tínhamos estudado até o momento, fizemos a seguinte pergunta:

Devemos considerar todo tipo de agressividade
em uma brincadeira como uma forma
de violência que a criança sofre?


Essa indagação veio depois do depoimento de uma colega de classe que havia contato a história de sua filha: a criança brincava com as bonecas da escolinha de forma agressiva, como a professora dela fazia em sala de aula. A mãe resolveu investigar e constatou que era exatamente isso que acontecia, a professora estava agredindo os alunos. Então pensamos: "toda criança age agressivamente quando ela sofre agressão?"
Resolvemos perguntar à nossas professoras: Suemi Hamada (professora da Unidade Temática Ambiente de Apredizagem) e Sandra Bulhões (professora da Unidade Temática Criança e Desenvolvimento).
  • Para Suemi: A resposta foi que não. "Pois a agressividade depende da criança e o modelo (pais) que ela tem em casa."
  • Para Sandra: Também foi não. "O ser humano é muito complexo para afirmar que toda brincadeira agressiva é por esse motivo."

Podemos perceber com estas respostas que nem tudo pode ser generalizado e que ocorrem sim fatos desse tipo, mas muitas vezes a criança brinca de imitar o que vê, seja em casa, escola, e principalmente televisão. O importante nesta discussão foi que proporcionou um diálogo muito bom em nossa sala acerca da violência sofrida por alunos; discutimos também sobre o Bullying[1].

Temos que estar sempre atentos a tudo que norteia o universo infantil e tentar fazer com que cada criança viva a infância em sua plenitude.

Alunas: Ana Luiza, Edneide, Laura e Thais.

Bullying[1] é um termo de origem inglesa, utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou "valentão") ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz/es de se defender.

O Brincar

Após vários momentos dentro da sala discutindo sobre as brincadeiras de nossa infância e as brincadeiras de hoje, vimos que as lembranças calorosas das brincadeiras não podem ser consideradas apenas como um momento de distração, mais momentos extremamente importantes. Percebemos que o brincar faz parte do direito e dever das crianças, no qual podemos estimular seu desenvolvimento de uma forma lúdica na sua capacidade de escolha, na prática de elaborar, criar , imaginar , fantasiar, de socializar , a capacidade de escolha, a independência. Para concluir este momento a Professora Martha, dividiu a sala em grupos, e cada um tinha que formular uma pergunta sobre uma curiosidade a ser sanada depois de tudo que socializamos em sala.
O nosso grupo depois de várias conversas sobre o brincar decidiu por estas perguntas: O Brincar faz bem para o cérebro? Como? Em qual parte do cérebro acontece a emoção e necessidade de brincar? Na brincadeira existe uma idade limite? Adulto pode brincar ou não? Quais são os reflexos que o brincar provoca no desenvolvimento da criança? Fomos buscar informações para esclarecer e contemplar a nossa curiosidade com uma Psicóloga, uma Pedagoga, uma Psico-Pedagoga e um Neurologista, para vermos o conhecimento de cada um, e fizemos uma síntese geral do conhecimento que adquirimos com eles.
As brincadeiras fazem parte do desenvolvimento e amadurecimento do cérebro, pois a brincadeira provoca mudanças físicas no cérebro - ele literalmente cresce, segundo pesquisas e descobertas recentes da neurologia. Com as pesquisas sobre o cérebro pode-se concluir que quanto mais você brinca, pula, corre, canta, faz de conta, mais sinapses você terá no cérebro. A emoção vai acontecer principalmente no lobo temporal, ela vai ter a influencia de todo o cérebro. O cérebro tem a característica de inovar. Umas das primeiras brincadeiras que as crianças descobrem são as de jogarem objetos no chão e por meio desta inicia a necessidade de explorar o cérebro. O cérebro é dividido em dois hemisférios, denominado também como o lado esquerdo e o lado direito, e funciona a base de estímulos. Possui bilhões de pequenas células nervosas chamadas neurônios. Como se fossem linhas telefônicas conecta diferentes circuitos do corpo entre si. O hemisfério esquerdo desenvolve habilidades de raciocínio e o hemisfério direito desenvolve as habilidades para jogos, criatividade e expressão. Portanto, a emoção e a necessidade de brincar acontecem a partir de estímulos do hemisfério direito do cérebro. Tanto crianças e adultos brincam pelo estimulo do prazer. Nesse sentido o brincar pode ser concebido como sendo um processo criativo ao fenômeno da curiosidade e ao fenômeno da intencionalidade do homem. Assim, o ato de brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento do ser humano. Não há limite de idade, e favorece ao adulto recurso para obter mais prazer e se ajustar no convívio social. Leva a criança para um nível de desenvolvimento maior, como a atenção, o cognitivo, habilidade motora. As brincadeiras vão estar limitadas na capacidade cerebral de cada criança. No desenvolvimento da criança, o brincar é uma experiência chave onde se apoiará a criatividade tão solicitada mais tarde frente a situações desafiadoras. Através do brincar a criança desenvolve tanto suas habilidades corporais, sua imaginação e iniciativa, bem como o respeito pelos outros, o relacionamento, o espírito de cooperação, contribuindo na autonomia e socialização.
Os profissionais que colaboraram para esta reflexão foram: Lisete Rezende - PsicólogaDivina Oliveira do Vale – PedagogaDr. GilbertoOliveira – NeurologistaÂngela Adriana Almeida Lima – Psico-Pedagoga

Postado por: Dayana Cardoso Nascimento; Maria Alódia dos Santos Lira; Pâmela Lúcia Pena Ribeiro; Valéria Aparecida Borges.

27 de mai. de 2008

“A leitura engrandece a alma.”

Convém afirmar que para o nosso crescimento: a leitura é essencial, pois por meio dela podemos renovar valores e socializar novas experiências com os outros. A cada livro que lemos nos enriquecemos, surgem novas experiências, idéias, conhecimentos. Temos a oportunidade de conhecer melhor o mundo e o melhor de nós. A leitura é um estímulo para partilharmos sentimentos e pensamentos. Os livros nos fazem atingir outras dimensões, nos colocando em outros tempos,lugares,sonhos,culturas...





“Eu sei que há coisas muitos especiais que só se vêem com o coração; por exemplo a felicidade das borboletas”


Tivemos a oportunidade de entrar neste mundo encantado da leitura infantil, ainda que adultos, por intermédio da Obra Felicidade das Borboletas. O livro nos trouxe uma reflexão de uma personagem encantadora, que sobrepõem os seus limites. A garotinha nos emociona e ensina pela maneira como ela descreve o mundo e da forma como ela o vê. Em muitas vezes suas amigas, pessoas próximas, são os seus próprios olhos.
Esta historinha tão simples e envolvente nos fez e faz refletirmos como o quantos somos distraídos com a correria do nosso dia-a-dia e de como deixamos de ver as coisas com os olhos do coração.








12 de mai. de 2008

Olhos que cuidam...




Ouvimos em verso musical: Quando a gente gosta é claro que a gente cuida... Sim! É verdade que cuidamos, principalmente com os nossos carinhos, daqueles que mais gostamos na vida e que nos fazem sentir realizado, felizes.
Neste mês das MÃES, queremos homenagear a todas as mulheres.
Toda mulher é mãe! Mesmo que nunca tenha gerado um filho. Mãe de imaginação, primeiro da boneca; mais tarde por obrigação ajudando a cuidar do irmãozinho, e depois dos próprios filhos!
Toda Educadora é mãe. Mãe dos filhos dos outros, porque sabem olhar, sabem cuidar e sabem educar!
Um olhar amável de mãe / educadora nos leva a refletir a importância do “BRINCAR” para levarmos a criança a saborear a maravilhosa experiência da vida, podemos constatar que ela levará para sempre e nunca esquecerá, além de passar para seus filhos e ou educando o que de bom ela recebeu.
As brincadeiras que são proporcionadas para as crianças, como jogos de adivinhação, personagens de super-heróis, histórias, cantigas de roda, entre outros, são importantes para o crescimento delas.
Cabem também as educadoras uma grande contribuição para a compreensão do “BRINCAR”, como um meio de transformação em seus aspectos físico e intelectual da criança.
Ao relembrarmos as nossas brincadeiras, percebemos o quanto é importante para a criança registrar em sua memória tantos momentos felizes, podendo também ter registrado momentos de tristezas e perdas, porém, o que fica mais evidente são as brincadeiras que nós desfrutamos de forma positiva.
A importância desse olhar, desse cuidar das MÃES/EDUCADORAS, precisa ficar destacados como um simples olhar capaz de revelar tamanho amor e tamanho cuidado pelo alvo que se é contemplado, a criança.




Texto escrito por Maria Alodia dos Santos Lira

3 de mai. de 2008

As brincadeiras de antigamente...


Hoje em dia, grande parte das crianças são criadas em um meio urbano recheado de computadores, jogos eletrônicos e vaidade excessiva. Elas estão ficando “adultas” muito depressa. Não que isso seja ruim, mas eu acho que elas acabam perdendo esse contato com a terra, com o simples... Acabam perdendo a verdadeira essência de ser criança de verdade. Quer um pedaçinho de bolo de chocolate aí?
Relembramos muitas brincadeiras de antigamente. Listei todas que vocês lembraram com muito carinho na sala de aula, ( se esqueci de alguma me lembrem) :
> Queimada, Amarelinha, Bola, Pique-esconde, Cobra - Cega, Mamãe da Rua, Beth, Biloca, Elástico, Garrafão, Pique - Pega, Pula Corda, Boneca, Pipa, Cirandinha, Brincadeiras de Roda, Casinha, Escola, Estátua, Passa - Anel, Telefone sem Fio, Bambolê, Pular - Corda, Peteca, Finca.

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